E o sistema deu pau…

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Vou fazer uma rápida alusão entre informática e o que ocorre hoje com a greve dos caminhoneiros no Brasil.

Imagina que você tem, no ambiente que trabalha um sistema, ele faz com que a demanda de seu trabalho siga um fluxo de começo, meio e fim. Algumas vezes ele fica lento, você reclama, mas ele está lá rodando.

Só que em uma hora para a outra, esse sistema caí, fica fora do ar. Meia hora dá para esperar… mas eis que se passa sete dias sem o sistema… O prejuízo para sua empresa e os clientes dessa é gigantesco.

O problema disso aplicado a realidade do Brasil sem caminhoneiros, é que ela não está atrelado a uma empresa ou a alguns clientes, e sim a toda a estrutura nacional, que vai da agropecuária, da indústria ao comércio. E como a maioria das empresas que não tem planos B… o Brasil também não tem.

E com essa situação se vê a necessidade para o futuro de caminhos alternativos, mas há quem quer voltar a um sistema de governo antigo, da época em que a mentalidade era a de Hitler, a do fascismo italiano… Contudo,  um de seus maiores representantes desse pensamento retrógrado não sabe fazer uma comparação entendível entre “familia” e o país.

A greve continua… Fiquemos de olhos abertos!

Nota: Refiro-me a Bolsonaro e a suas tentativas de exemplificar alguma coisa.

| Por Wilker Santos

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Lula e as “Mil fita acontecendo” no Rap do Racionais.

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Foto: Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

A análise hoje será composta por um elemento externo-social muito forte: a prisão do Ex-Presidente Lula e a música escolhida é o Rap, “Jesus Chorou” do Racionais Mc’s.

“Jesus Chorou”, narra um telefonema que Paulo recebe ao meio-dia e é informado de uma “fita” na noite passada. “[…] Uma fita me abalou na noite anterior […]”

A máxima dessa música está no refrão: “[…] Diz que homem não chora… Aí, Jesus chorou […]”

O telefonema recebido por Paulo contém pelo menos dois pontos importantes:

TRAIÇÃO

“[…] Periferia nada, só pensa nele mesmo
Montado no dinheiro e cês aí no veneno? […]”

E aqui, cabe um grande paralelo com a situação política atual. Lula, dentro de seu movimento social atingiu uma classe menos favorável, deu-lhes condição para ascensão social e agora, tem visto dentro de sua própria periferia, gritos como de “traidor, corrupto e cadeia nele!”.

Paulo ainda replica para o interlocutor:

“[…] Não entende o que eu sou, não entende o que eu faço
Não entende a dor e as lágrimas do palhaço. […]”

Réplica parecida e constante nos discursos do que insistem em dizer que a condenação do ex-presidente é somente politica e golpista.

CONVITE PARA CORRUPÇÃO

“[…] E o piolho diz assim quando me vê: Rasgar as madrugadas só de mil e cem. Se sou eu, truta, tem pra ninguém! […]”

Esse trecho evidencia a naturalidade que há em muito brasileiro para o desvio da ética, da moral e do corromper os bons costumes.

—————————–

E diante da traição e da corrupção, Brown nos faz recordar de algo muito importante, talvez seja essa lembrança que falte a todo candidato religioso-radical:

“Lágrimas… Jesus chorou!”.

“Jesus Chorou” nos mostra que o Filho de Deus veio ao mundo, foi injustiçado, conviveu numa sociedade corrupta, mas não usou super-poderes para mudar isso. Chorou e morreu.

Que os religiosos aprendam um pouco com esse Jesus da qual falam, ironicamente, um Jesus sendo muito mais visto como de esquerda do que como um bolsominion.

POR WILKER DOS SANTOS

 

A música “Aleluia” de Gabriela Rocha comparada ao de Leonard Cohen.

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Rufus Wainwright interpretando “Hallelujah” de Leonard Cohen

Tive que, literalmente, antes da escrita desse artigo rodear sobre a mesa e, com meus pensamentos, tentar entender o que me incomoda na música “Aleluia” de Gabriela Rocha quando comparado à música original “Hallelujah” de Leonard Cohen.

É uma situação comum no meio gospel, pegar melodias de músicas consideradas secular e fazer a reescrita para seu público. Contudo, a única reescrita que me incomoda é essa. E por um motivo: a composição de Cohen tem um viés histórico-bíblico.

“Hallelujah”, tema do filme Shrek, tem em seu conteúdo um rei perplexo e um juiz destruído declarando aleluias. A “Aleluia”, de Gabriela busca em sua letra o Teocentrismo, mas acaba caindo na fatalidade do antropocentrismo.

Em “Aleluia” de Gabriela Rocha:

“Pai EU quero te amar, tocar o teu coração” … “Mais perto eu quero estar Senhor” … “Quando lutas vierem me derrubar”.

O “eu” segue por todos os demais versos. Comparando à escrita de Cohen não há mudança quanto ao forte EU na letra. A grande diferença está na forma de conduzir esse ser que sou EU.

Em “Hallelujah” de Leonard Cohen:

“Eu conheço este quarto e já pisei este chão”… “Eu costumava viver sozinho antes de te conhecer”… “Vi sua bandeira no Arco do Mármore, o amor não é uma marcha vitoriosa, é um frio e triste aleluia”.

E aqui, meu grande descontentamento com a canção em português: A música original nunca terá espaço nas prateleiras do mercado gospel, pois trata de um Davi falido, Sansão derrotado e que em determinado momento até questiona: “Talvez haja um Deus lá em cima…” e gera aleluias em suas vidas.

Contudo, os versos de Gabriela retiram essas tensões e nos faz voltar a uma velha discussão: a santidade religiosa versus a vida de um ser humano.

POR WILKER DOS SANTOS

 

“Perder alguém” nos versos de Pearl Jam e Pink

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O Pearl Jam em um show.

Em alguns momentos a vida nos toca para e com alguma canção, digo isso por que “Black” de Pearl Jam veio a mim por indicação, já “Who Knew”, da cantora Pink chegou em uma fatalidade matinal.

As duas letras tratam do tema da perda, “Black” remete a perda de um amor (Eros), quanto a “Who Knew” a própria Pink afirmou ter tido inspiração a partir da morte de uma amizade.

Acho importante manter o contexto de escrita de “Who Knew”, contexto este da morte de um amigo, um amor fraterno aqui e juntá-la a “Black” que em seu lírismo nos condiciona fortemente ao amor erótico por alguém.

Todos nós perderemos um grande amor, uma grande amizade.

Em Who Knew (Pink):

“Se alguém dissesse que daqui três anos

Que você iria embora

Eu me levantaria e socaria todos eles

Porque eles estariam errados!”

Porém quando entramos em uma relação, não entramos pensando no fim dela; por isso a grande dificuldade em aceitar que todos perderemos um grande amor. Os versos acima é um jeito pop de cantar essa dor. E foi muito cantada em 2006.

Quanto a Pearl Jam, seu cântico é mais pesado.

Black (Pearl Jam):

“Todo o amor tornou-se mal

Transformou meu mundo em escuridão

Tatuando tudo que vejo, tudo que eu sou e tudo que serei.”

O grande suspiro de “Who Knew” é a sua própria tradução para o “Quem diria…”, já “Black” fecha em “Mas por quê? por quê?”. E aqui dá para traçar dois perfis diante de uma frustração: o de suspirar e seguir em frente ou de não se conformar e se martirizar pelo resto da vida.

Black (Pearl Jam):

“Eu sei que algum dia você terá uma linda vida

Eu sei que você será uma estrela

No céu de um outro alguém

Mas por quê? por quê?

Por que não pode ser, por que não pode ser no meu?”

Eis um fato. A perda de um amor uma hora irá te alcançar. E o grande legado é: cuide-se para que não fique doente como a pessoa que está escrevendo esse artigo.

POR WILKER DOS SANTOS

O amor nos versos de Adriana Calcanhoto

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Cantora Adriana Calcanhoto

Música, junção de melodia e letra. Música nos toca como estimulo, desabafo, consolação, alegria para a alma. De um sentimento leve ao mais pesado e melancólico. A música são histórias, é literatura… Atravessa o tempo.E por falar no tema, nada melhor do que conversar sobre as músicas de Adriana Calcanhoto, uma verdadeira e completa mistura de poesia e batida de violão. As três canções hoje discutidas têm o nome de “Mentiras”, “Devolva-me”, “Metade”.

Vale antes dizer que a análise aqui contida não tem compromisso nenhum com a academia ou por qualquer estruturalismo da Análise do Discurso e, para essas três canções contenho-me somente na percepção que tenho dos versos e do eu – lírico.

Três músicas que nos falam de um aspecto muito forte na vida: o amor. Mas o amor narrado nas canções trata-se do sentimento e de como se é reagido a partir dele.

“DEVOLVA-ME” potencializa o rompimento de um amor, e até busca, a partir disso, viver em paz numa nova etapa para a sua vida (do eu – lírico). Diz-se:

Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim será melhor meu bem

[…]

Deixe-me sozinho
Porque assim eu viverei em paz
Quero que sejas bem feliz
Junto do seu novo rapaz

Apesar da atitude em deixar a pessoa seguir um novo rumo, sinto uma dose de descontentamento por parte do eu – lírico no trecho: “Quero que sejas bem feliz, junto do seu novo rapaz.” E dando proximidade ao que realmente é a vida, outra composição de Adriana com o nome de “MENTIRAS” chora em seu coro:

Que é pra ver se você volta
Que é pra ver se você vem
Que é pra ver se você olha pra mim

Tudo isso após publicar os segredos do amado, depois de escrever em seu muro e arranhar o seu rosto. “MENTIRAS” é outra canção, mas tenho a sensação de que é a continuação do “Deixe-me sozinho” “em DEVOLVA-ME”, ou para algumas pessoas o “deixado sozinho”.  Em qualquer um dos dois casos, o rompimento é muito difícil e doloroso.

“MENTIRAS” é um desesperado pelo o amor, o amor de alguém que já não compartilha o sentimento. É tentar derramar você nos planos do outro, quando você originalmente nunca esteve nesses planos.

E por fim, “METADE” é a decadência final de todo esse processo, METADE sou eu hoje.

Eu perco o chão, eu não acho as palavras
Eu ando tão triste, eu ando pela sala
Eu perco à hora, eu chego no fim
Eu deixo a porta aberta
Eu não moro mais em mim

Eu perco as chaves de casa
Eu perco o freio
Estou em milhares de cacos, eu estou ao meio

Onde será que você está agora?

Por que o amor não é sempre um sentimento de felicidade.

TEXTO POR: Wilker Santos

 

Nos seus olhos… Retrô 2017

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Em Acqua Ville – Caldas Novas/GO

Tenho a estranha mania de me posicionar na plataforma do trem e, metodicamente, olhá-lo vindo em minha direção… Quando me dou conta, ele já chegou e está partindo novamente. Os anos de vida tem sido assim, vêm se anunciando, chegam e passam.

A cada ano que passa recebo uma nova folha em branco, e ouço uma voz: “escreve uma nova poesia!” E já foram 23 anos de poesia… Versos engraçados, outros tristes, felizes e, ainda outros, que não sei como classificar.

Ao receber a folha de 2017 em branco, reconheço que tive medo, cansaço e preguiça para novos versos e, simbolicamente, mergulhei em água. Recusava o dom da vida. E hoje, após o ano já passado, me sinto um bobo de ter sido indisposto no começo. Nesse ano cresci pessoalmente, no aspecto profissional, cultural e sentimental.

Escrevi ótimos momentos, outros nem tão assim. E a cada poesia que eu escrevia conhecia uma mulher que amavam os versos. E tudo estava normal, até que, conheci a mulher que me amou antes de qualquer verso.

Quando a reparei, vi uma diferença se comparado às demais que eu já tinha tido contato. Mulher atraente e inteligente eu já tinha conhecido várias vezes… mas uma que, somado a isso me amasse… Foi somente ela.

Com ela eu deixei a teoria poética e me dispus a amar e ser amado.

E no final desse ano eu descobri que, melhor do que poetizar é viver os versos, é sentir mais do que explicar…é querer mais do que negar. É viajar pelo mundo afora e enxergar que o ano é pequeno para o tanto de mundo que há. Que as dificuldades sempre irão passar.

Pois o vento se ergue, devemos tentar superar. Feliz 2018!

No começo era relacionamento…

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No inicio Deus criou o homem e viu que isso era bom… até que…

Os homens começaram a se agrupar, se organizando em comunidades, criaram rivalidades e combatiam-se para firmarem sua tribo acima das demais.

A comunhão do ser humano com o seu semelhante, e com o próprio Deus tornou-se fragmentado. Daí, o plano divino do resgate à harmonia completa do relacionamento entre o Criador e seus filhos.

Com Jesus enfatizando aos seus discípulos que deveriam amar uns aos outros, independente de qualquer convenção social, moral ou política. Deveriam se amar. Ainda ao pai rogou por união JOÃO 17.21 .

A vontade de Deus foi revelada ao mundo na figura de seu Filho, Jesus Cristo e o Filho revelou a vontade do pai ao seus discipulos.

No meio da história Deus se revelou ao homem e viu que isso era bom…

Destruindo toda a lógica de fragmentação e rivalidade entre as pessoas, os discipulos começaram a se agrupar, se organizando em comunidades. Contudo, também criaram inimizades por firmarem sua tribo abaixo das de todas.

Firmar abaixo das estruturas sociais uma verdade: que a comunhão é um dos fatores mais fascinante da vida. E como disse Erico Veríssimo “Somos nada mais e nada menos que apenas irmãos!”

Hoje Deus observa o homem e o que será que vê, nesse momento da história?

Os homens novamente começaram a se agrupar, se organizando em comunidades, criaram rivalidades e combatem-se para firmarem sua tribo acima das demais.

Pensemos nisso.

Cuidado! Silêncios geram gritos…

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Imagem do filme Terra em Transe (1967), de Glauber Rocha.

“Passa de mim o cálice”. Duas figuras marcantes utilizaram essa expressão, a primeira foi Jesus Cristo orando no jardim do Getsêmani, e dele acrescento conforme diz a bíblia o “Se possível passar”. A segunda cantou essa expressão em “Cálice”, Chico Buarque e Milton Nascimento.

Podemos dizer, a princípio, que há desconexão e não faz sentido misturar Jesus Cristo e Chico Buarque num mesmo texto. Por hora, analisemos que o “Cálice” é uma figura muito importante ainda hoje. Simplificando, o cálice nada mais é do que uma “taça” para servir algo.

Jesus Cristo seria servido do cálice da “separação de Deus”, e posteriormente, ele nos oferecia um cálice com “o sangue da nova reconciliação”. Mas, na história, o cálice que a religião começou a distribuir gerou muito “cale-se” de Chico Buarque.

Houve, por muito tempo, a imposição do silêncio. “Isso não se fala”, “isso não se discute!”. Da igreja esse comportamento se alastrou às casas, às escolas e ao ambiente corporativo. Houve ditadura governamental, espiritual, emocional. Contudo, quem rompe com o silêncio, não fala, ma sim grita!

Quem consegue se livrar da mordaça grita! Talvez, seja esse o motivo de não conseguirmos mais, nesse liberalismo, absorver as inúmeras vozes dissonantes da sociedade.

Quais são os silêncios que lhe oferecem cotidianamente? Quais realmente devemos tomar? E ainda, quais devemos cantar “Pai, afasta de mim este cálice (cale-se)”?

Pensemos nisso.

Entre a Fé e a Expectativa

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Existe uma linha muito tênue entre a expectativa e a fé, e quando isso não é observado caímos em total frustração. Para evitar os desapontamentos, até temos o conhecido ditado: “Crie gatos, menos expectativas!”. Mas apesar de resultados dolorosos, essas expectativas nos fazem sentir vivos. Ter fé também é um dos ingredientes essências para a jornada existencial.

O grande problema da tenuidade desses dois elementos é a confusão que pode causar nas pessoas. Uma criança junta às mãos rezando por sua mãe que sofreu um acidente de carro e com isso ele tem expectativa, de que ela, ainda jovem, voltará para casa. Enquanto um rapaz, em sua fé, acredita que o destino tem lhe reservado uma mulher que lhe será a sua esposa.

Podemos cair no pensamento de que, no primeiro momento, ter fé é gerar expectativas. Porém, a fé chega ser mais do que isso, a fé é a tranquilidade, a certeza. E para a criança que estava com a mãe internada, apesar de toda a jovialidade dela, e do ambiente propiciar expectativas de que jovens não morrem. A expectativa falhou com o garoto.

O rapaz aguardava a sua noiva na igreja, ele tinha fé que ela iria aparecer. Contudo, nada aconteceu. A fé e a expectativa estavam com papéis trocados, e só o que poderia acontecer é dores mais agudas.

É, realmente, difícil lidar com expectativas e fé, de modo que, vivos com todas essas emoções, não queiramos morrer em algumas delas. Quando esgotamo-nos de frustrações, não resta mais sinceramente o que dizer, senão: “Ajuda a minha incredulidade!” E pessoas incrédulas são tão tristes quanto às pessoas que ainda preferem se permitir criar expectativas ou algum tipo de fé.

Minhas expectativas me feriram novamente, é hora de começar mais uma semana… Bora?

 

Cuidado com o ladrão dessa semana…

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Há uma música muito interessante do cantor Gabriel, O pensador; em determinada estrofe é cantado: “A rua é perigosa então eu vejo televisão (Tá lá mais um corpo estendido no chão!)”… De uma música muito completa e crítica à forma da educação predatória, quero extrair somente esse trecho para reflexão.

Os jornais, de tendências sensacionalista, são a reprodução do “pior” que há no ser humano. Em outras palavras, vivem da desgraça do homem. E somos levados a desacreditar no ser humano, a desconfiar de todo mundo, pois “o mundo está perdido”. Essa ideia é reafirmada e glorificada por púlpitos religiosos que defendem “o mundo está toda essa violência devido o diabo ter vindo para roubar, matar e destruir.”

Temos o contato com a mídia que desmoraliza o ser humano, e ainda mais com a religião que encapeta esse ser. O cenário é caótico! De inicio parece só restar duas opções: não sair mais de casa e não confiar em ninguém ou buscar uma salvação estilo Marvel para esse planeta.

Porém, se encararmos JOÃO 10:8 com seriedade, o texto eliminará essas duas opções e propor a solução. Se deixarmos de lado o sensacionalismo da TV Record e do Programa do Datena, e, se ainda ignorarmos o discurso terrorista evangélico que diz ser esse ladrão, o diabo; poderemos nós mesmos ser a solução!

Pois se pararmos para analisar nossas ações no cotidiano, notaremos em algumas vezes, que somos o ladrão que rouba sonhos, mata pessoas e destrói relações humanas. A mídia até grita a violência física, mas todos os dias nós somos os agredidos e os agressores emocional.

Em todo o lugar que houver o ladrão que rouba, mata e destrói; haverá uma atmosfera maléfica e doente. Grandes empresas sabem disso, por isso, tem explorado os “autos-ajudas”.

Como é o ambiente em que você está? Como é você no ambiente em que está? Lembrem-se, as boas pessoas constroem, mas o ladrão prefere reclamar, sempre ver o lado negativo da construção. Você constrói ou destrói sonhos?

Pensemos nisso nessa semana, pode até ser que comecemos a mudar a ótica sobre as pessoas que estão sobre esse mundo.