De frente com o terror noturno

EMBARAZOS MULTIPLES

Quando o extinto protetor de mãe aflora, e querendo tirar o seu filho do perigo não consegue. A agonia de vê-lo gritando por ajuda, mas em impotência você não sabe o que fazer. Realmente pode salvá-lo? O que pode fazer e o que não deve? Esse é o mundo do terror noturno…

Ele após um dia cansativo, ao sentir o conforto do colchão sobre suas costas, lentamente, mas de modo gradual, não percebe o fechamento dos olhos. Ela, também cansada, ao sentir o desconforto da sensação de que poderia haver mais uma crise, de modo gradual, arregala a pupila para não adormecer.

A iluminação e a proteção externa não salva ninguém, que interiormente, está vendo nada além de breu e solidão. Mesmo com o quarto todo iluminado e atenção dela redobrada sobre ele. Do silêncio nasce o grito. Da tranquilidade o desespero. Do sorriso o choro.

Ele grita, chora, implora por alguém. Ela também grita, chora e implora para que ele a perceba. Filho e mãe, mãe e filho. Em um mesmo espaço, mas não na mesma atmosfera. A criança não acorda do terror, e ela não dorme sossegada.

Essa é a história de todos nós, quando deparamos com situações em que não podemos intervir sobre aqueles quem amamos, não por incapacidade, mas muito mais pelo próprio desenvolvimento deles.

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