Em todas as vezes que me apaixonei…

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Ele, perdido nos lençóis e embriagado pelo o aroma da pele dela impregnado no pano, sabia que havia perdido o jogo… Aquele jogo do amor onde quem demonstrar estar mais envolvido com o outro, perde. Mas ele, que nesse caso, sou eu… Já sabia lidar com essa situação, eu só não sei lidar com o que vem depois.

Dizem que no começo da história, Deus viu que o homem estava sozinho e assim lhe deu uma companheira para que não ficasse só. Porém, nos dias de hoje a companheira decidiu não mais ser muleta para homem… Elas ousaram a pensar grande sobre a razão de sua existência.  Em contrapartida, ele que na verdade sou eu, ousou duvidar do motivo de sua sobrevivência

Só que eu me sentia sozinho… Então me apaixonei pela professora da pré-escola, me apaixonei pela médica do postinho de saúde, me apaixonei pelas minhas amigas, amei uma senhora casada, me apaixonei pela imagem feminina em um computador, desejei a freira que um dia passou pelo meu bairro… E eu perdi sempre, no jogo era quem demonstrava ser o mais envolvido.

Em último grito de socorro, minha psicóloga disse-me para eu amar a mim mesmo… Eu adoraria desfrutar da psicanálise, mas antes estou mais interessado em desfrutar de um relacionamento amoroso com ela. Só que não é possível… Vou chegar ao fim desse texto com ciclo repetitivo.

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